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A Quinta do Mouro
Situada dentro da cidade de Estremoz, a quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história. Hoje, também pelos excelentes vinhos que produz.

A construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, possui estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo.
A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a usavam como casa de férias, infelizmente em 1974, na revolução de Abril, casa e quinta foram invadidas e levadas ao abandono.
Foi assim que os antigos proprietários, cansados de despesas e tristes pelo abandono, resolveram colocar a quinta à venda no ano de 1979.
Nesta altura, o actual proprietário, Miguel Louro, aventurou-se na escolha da sua compra. Estimulado pelo desejo de viver no campo, o seu fascínio pela quinta foi imediato, temos pois um dentista reconvertido em agricultor.

Após uns primeiros anos difíceis com um rendeiro e oito famílias instaladas, vieram várias lides agrárias, como a produção de ovelhas e outros animais, um sem fim de ofícios que não lhe enchiam as medidas.
Nos anos 80, Miguel Louro decidiu que havia de produzir o seu próprio vinho.

A estreia da marca ocorreu com uma colheita de 1994, o Quinta do Mouro, vinho regional do Alentejo, produzido e engarrafado por Miguel de Orduna Viegas Louro, Estremoz. Um vinho sério, austero e longevo.
Em 1998, é produzido o Casa dos Zagalos, um vinho com a mesma filosofia característica do Quinta do Mouro, no entanto projectado para um público mais abrangente. No ano de 2004, produz-se o Vinha do Mouro, uma entrada de gama que é lançada para corresponder às exigências do mercado.

Miguel Louro adora o que faz, e isso percebe-se no discurso e nos olhos, na emoção que imprime à conversa sempre que fala dos seus vinhos, no esquecer das horas quando a conversa encarrila nas vinhas e nos vinhos, verdadeiras meninas dos seus olhos.
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