Os Erros

Conjunto-ERRO'S-Quinta-do-Mouro-optim-500

Uma colecção fora da caixa, fruto da recusa de verdades absolutas na adega, ou um conjunto de provocações de Miguel Louro com base em vinhos que, por vários motivos, acabaram por ser fruto do acaso, do improviso ou de astutas reviravoltas após incidentes de percurso. Apaixonantes e irrepetíveis.

  

ERRO B
2015

Um branco controverso, feito à moda dos tintos, com curtimenta, que revela uma acidez invulgar para o Alentejo. Parece um vinho já com um punhado de anos de evolução em garrafa, com aromas delicados, marcados por uma nota química, que sugere um Riesling e por sintomas de oxidação. A sua acidez é brutal…

ERRO 1 2010
e ERRO 2 2011

Com base em barricas que acabaram por não entrar nos lotes de Quinta do Mouro e Quinta do Mouro Rótulo Dourado, como inicialmente pensado, estes dois tintos ganharam vida própria. O primeiro é um vinho mais suave, mais bem-comportado, com fruta aberta e generosa, harmonioso, sedoso e com um final apimentado, enquanto que o segundo é mais tenso e profundo, errando por caminhos mais próximos ao perfil dos Quinta do Mouro.

ERRO 3 2013

É um tinto do Alentejo… mas ninguém diria. Miguel Louro recomenda-o para pratos de lampreia, numa nota de irreverência que nos leva para outras latitudes vínicas portuguesas. Desafiante e provocador, de aroma complexo e vibrante, com taninos rugosos e uma acidez notável, na boca é um prodígio de intensidade e de frescura.